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CESCE SI LANÇA GUIA DAS MELHORES PRÁTICAS PARA AUTOMATIZAÇÃO EM AMBIENTES IBM i


Este guia mostra às empresas como podem atingir o estado “Lights Out”, que permite uma automatização de 100% dos ambientes de processamento.
16-Nov-11



A CESCE SI, empresa do Grupo SIA especialista em soluções de Segurança e Armazenamento de Dados, representante em Portugal da CCSS, fornecedor de soluções de gestão de sistemas para ambientes IBM i, apresentou hoje em Portugal o “Manual das Melhores Práticas” para ajudar os administradores de sistemas a implementar o estado de automatização “Lights Out” nos seus sistemas.

O termo “Lights Out” é usado para descrever um estado de automatização de 100%, e é apontado muitas vezes como o estado teoricamente ideal para a gestão de sistemas, devido à eficiência de custos e à eliminação de incidências de erro humano que representa. Na realidade, os ambientes que consigam implementar um estado “Lights Out”, a nível parcial ou extensivo, beneficiam substancialmente deste compromisso, oferecendo mais tempo de produção para o seu staff e gerando menos problemas, tanto a nível imediato como a longo prazo.

O “CCSS Guide to Lights Out Automation” sugere que os Gestores de TI iniciem a avaliação dos sistemas com o exame da dependência dos seus utilizadores em relação a eventos de sistema, aplicações e processos chave, especialmente os que estejam sob stress ou em ameaça de ruptura, devido à sua posição relevante para operações de negócio essenciais. Onde estes eventos, trabalhos ou processos existam, a automatização pode reduzir o impacto de circunstâncias não previstas, que possam gerar problemas para os processamentos, tarefas e eventos posteriores, o que deixaria a já ocupada equipa técnica encarregue da gestão a ter de lidar com todas as consequências. O guia explora exemplos de situações deste tipo, que são retirados do mundo real, e inclui o exemplo de uma grande empresa de retalho que tem de actualizar diariamente no sistema as suas listas de preços. Quando este evento não começa e acaba à hora estipulada, o impacto pode repercutir-se em toda a empresa, afectando todos os aspectos do negócio, desde a reposição de stocks até à distribuição dos produtos.

Pedro Vieira, Director de Desenvolvimento de Negócio da CESCE SI, explica a razão pela qual a procura do “Lights Out” continua a representar a busca do “Cálice Sagrado” para os administradores de sistemas: “Parte do desafio ‘Lights Out’ é olhar para além do ambiente de sistemas e identificar áreas de vulnerabilidade. Pode existir a ocasião em que um trabalho específico tenha de ser iniciado por um gestor de uma determinada equipa, e que se existir um atraso que coincida com uma mudança de turno, ou até um atraso externo, possa gerar um problema que por si só seja relativamente pequeno, mas que possa desencadear uma sequência de atrasos que levem a um impacto sério na cadeia de processamento. Junte-se a isto o facto de se estar fora das horas normais de trabalho, em que as equipas que estão de plantão têm de resolver os problemas, ou poder ser até um problema que passou despercebido e que impede os utilizadores de trabalhar, e ter-se-á uma situação que rapidamente pode ter impactos substanciais. É essencial que os administradores de sistemas actuais evitem este tipo de impactos, com prejuízos desnecessários.”

Enquanto o “Lights Out” na sua forma mais extrema pode ser irrealizável para a maioria dos ambientes IBM, o acesso a um estado ‘Lights Dimmed’, juntamente com a vantagem económica e impacto cumulativo da automatização de áreas distintas, processos, eventos e procedimentos, está bem ao alcance da maioria dos administradores de sistemas. Adicionalmente a áreas críticas, como a monitorização das tarefas (por exemplo a da verificação se o ‘fecho do dia’ começou e acabou a tempo para que não tenha um impacto negativo sobre outros trabalhos ou processos que estejam dependentes dos mesmos), os gestores podem automatizar a grande maioria das listas operacionais diárias e as mensagens geradas pelo sistema que não são essenciais, libertando assim o tempo gasto nestas tarefas. Quando acontecem condições excepcionais, os procedimentos definidos que enviam alertas de acordo com a disponibilidade do staff, prioridade e padrões de mudança e outros requisitos, para vários dispositivos (e-mail/telemóveis, etc), asseguram que esses mesmos acontecimentos não sejam negligenciados ou passem sem serem detectados.

A solução QMessage Monitor da CCSS foi desenvolvida a pensar no objectivo “Lights Out”. De acordo com Pedro Vieira, “muitos dos clientes QMessage Monitor vêm ter connosco com o objectivo específico de atingir o estatuto ‘Lights Out’, quer seja de forma parcial ou de uma forma já mais abrangente. O QMessage Monitor ajuda a implementar uma aproximação proactiva à gestão de sistemas, ao monitorizar, filtrar e automatizar as respostas a mensagens importantes. Os clientes podem assim beneficiar de uma redução do número de horas extraordinárias e de telefonemas de suporte às TI, durante períodos nocturnos ou de fim-de-semana, e registar um aumento da produtividade da parte da manhã, que antes era prejudicada dado ter que se estar a responder aos problemas surgidos no decorrer da noite”.

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Informação Corporativa CESCE SI

A CESCE SI é uma companhia detida pelo Grupo Espanhol SIA, especialista no desenvolvimento de soluções de tecnológicas para infra-estruturas de armazenamento e de segurança, serviços de gestão e consultadoria. Com mais de 20 anos de existência, a CESCE SI tem mais de 100 clientes em Portugal e em diversos países de Língua Portuguesa, nos mais relevantes segmentos de mercado, como financeiro, segurador, telecomunicações, distribuição, indústria e Administração Pública. A companhia tem actualmente 60 funcionários. Para mais informações, visite o nosso site em www.cesce.pt

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