O acesso à informação por diferentes pessoas dentro de uma
organização e a protecção da mesma, é cada vez mais uma exigência
no mundo dos negócios, pelo que as empresas devem estar
devidamente preparadas para enfrentar este desafio
A Gestão de Identidades e Serviços está a
tornar-se num dos elementos principais do core business de
qualquer empresa, de forma a alcançarem os objectivos de
crescimento nas suas áreas de actuação, de redução de custos e de
melhoramento da reputação corporativa e potenciação do negócio.
À medida que os sistemas de informação ganham uma relevância cada
vez maior dentro das organizações, convertendo-se no próprio
negócio, torna-se importante recorrer a mecanismos que permitam
que diferentes intervenientes acedam aos mesmos, garantindo a
separação de funções e com privilégios mínimos, ao mesmo tempo que
se dinamiza a gestão associada a esses acessos e se consegue obter
um registo de todas as operações realizadas para posterior
auditoria.
Por outro lado, estas empresas apresentam um nível de
consciencialização cada vez maior no que se refere à protecção da
informação, e ao cumprimento das medidas reguladoras impostas no
mercado em que operam (LOPD, Basel II, Sarbanes-Oxley, etc.).
O modelo de solução e uma metodologia de
implementação modular, denominada IRENE®: Gestão Integral da
Segurança nas I*nets (Intranet e Internet), criado pelo Grupo SIA
há mais de cinco anos, consiste numa infra-estrutura de segurança
que tem permitido resolver os problemas associados aos 4 pilares
que sustentam a gestão do ciclo de vida do utilizador nos sistemas
de informação: Administração, Autenticação, Autorização e
Auditoria. Desta forma, proporciona-se uma solução Single Sign-On,
ao mesmo tempo que se constrói as bases para poder fornecer valor
acrescentado adicional, como é o caso da confidencialidade,
assinatura digital, entre outros.
As soluções IAM permitem uma melhoria da
facilidade de utilização dos sistemas de informação (logon único),
trazem valor à organização ao dinamizar os pontos de acesso à
informação, o que leva à redução de custos e agiliza o
time-to-market, proporcionam mecanismos de automatização de
tarefas monótonas e, por último, oferecem um repositório de
informação centralizado, ao verificar o cumprimento das normas de
segurança para a gestão de utilizadores, o que simplifica os
trabalhos de auditoria.
Para conseguir estabelecer tal infra-estrutura
de segurança, o modelo IRENE® consta de diferentes componentes
funcionais, cada um deles encarregado de proporcionar uma solução
particular para uma série de problemas e, que mediante a
integração de todos eles, forma uma solução global.
Segundo todos os analistas, o mercado da gestão
de identidades ainda deu os seus primeiros passos, e está na
agenda dos comités de direcção da maioria das organizações. O
verdadeiro potencial da Internet como dinamizadora dos processos
de negócio é um caminho que está por percorrer e os requisitos de
interligação entre as diferentes organizações por determinar: como
partilhar a sua informação com utilizadores externos, como
distribuir os seus novos serviços pelos utilizadores e, como
colaborar com os seus parceiros para ampliar o seu mercado; tudo
isto acaba por ter de passar, de uma maneira ou de outra, pela
implementação de uma solução de gestão de identidades.
É neste sentido que se engloba o conceito de
identidades federadas de modo que num futuro não muito distante
será possível, por exemplo, que os clientes que acedem a uma
determinada empresa possam dispor, com um simples clique no rato,
da oferta de produtos da empresa bem como da gama de produtos
complementar de outra entidade colaboradora. E, tudo isto, sem
necessidade de novos processos de registo e autenticação para o
utilizador final, permitindo simplicidade e fidelização para com
os clientes.