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O Plano Director como instrumento para a
diminuição do risco de negócio.
O mercado competitivo em que as empresas se
inserem tem como consequência a utilização de ferramentas que
lhes permitam trazer maior dinamismo e efectividade na sua
actuação no mercado e a utilização de tecnologia para auxiliar
o negócio, nomeadamente as TIs, é um dos instrumentos mais
utilizados neste contexto. Nos dias de hoje, as TIs suportam
os complexos processos de negócio que as empresas
desenvolveram e regra geral sem o seu correcto funcionamento,
advém diversas dificuldades:
• O serviço do negócio pode ficar severamente afectado
• Eventual perda de clientes
• Maiores custos operacionais
• Falta de informação relevante para tomada de decisões
• Impacto de um desastre na imagem da empresa
Apesar desta dependência do negócio face às TIs, a gestão
deste layer fundamental para a competitividade e correcto
funcionamento das empresas mostram algumas disfuncionalidades:
• Investimentos e classificação dos seus activos não
relacionados directamente com o valor dos processos de negócio
que suportam.
• Dificuldade em calcular o impacto, tangível e/ou
intangível, da quebra de segurança dos activos de TI no
negócio.
Estes são alguns exemplos que demonstram que as empresas ainda
têm uma aprendizagem a efectuar no que se refere à melhor
gestão dos seus recursos de TI, nomeadamente no controlo dos
seus investimentos e recursos disponíveis para o desempenho
optimizado do negócio.
Para melhorarem na sua maturidade de gestão das TIs, um dos
vectores que as empresas devem apostar é na componente de
segurança, através do know-how das empresas com qualificações
no mercado. Os benefícios são:
• Uma rampa de aprendizagem mais rápida
• Definição das acções e respectivas prioridades a
realizar, para melhorar o nível de maturidade de segurança das
TIs
• Obtenção de um parecer externo à organização, com a
inclusão de best-practices testadas no mercado
Este último ponto é relevante, na perspectiva em que as
best-practices baseiam-se em metodologias reconhecidas
internacionalmente, tais como ISO17799, ISO71502, COBIT, ITIL,
permitindo aumentar o sucesso dos projectos.
A CESCE SI, Grupo SIA baseou-se nestas
metodologias com a finalidade de desenvolver a sua própria
metodologia, nos Planos Directores de Segurança e
Armazenamento.
Quando analisamos estes dois planos,
determinamos que a sua metodologia de alto nível é similar,
como se pode observar na seguinte figura. No entanto, quando
detalhamos a metodologia nas suas diferentes fases,
verificamos a existência de diferenças substanciais que
derivam do objectivo de cada plano director.
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