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AS EMPRESAS ESTÃO A ADOTAR A CLOUD SEM AVALIAR O IMPACTO REAL DE UMA FALHA

  • 60 por cento dos inquiridos não avaliaram, totalmente, os custos de uma falha da cloud;
  • Mais de um em cada três inquiridos contam com menos de 15 minutos mensais de tempo de inoperacionalidade, mas o tempo médio mensal de inoperacionalidade devido a falhas da cloud é bem superior;
  • As empresas necessitam fazer uma avaliação das suas opções de proteção de dados e de continuidade do negócio para assegurarem que estão “always on” na cloud.
  • 13-Set-18


    A CESCE SI, empresa com presença no mercado ibérico de serviços de TI, tem o prazer de anunciar as conclusões reveladas num estudo publicado pelo seu parceiro de negócios, a Veritas Technologies LLC, líder na gestão de dados multi-cloud, que indicam que uma maioria alarmante (60 por cento) dos inquiridos não realizaram uma avaliação completa dos custos que uma falha da cloud tem para as suas empresas e, por isso, estão mal preparados para lidar com o impacto de uma indisponibilidade/falha.

    Embora os fornecedores de serviços de cloud ofereçam uma infraestrutura baseada em objetivos de nível de serviço (service level objectives), o estudo indica que muitas empresas não compreendem a sua própria responsabilidade, que está para além daquela que é a dos fornecedores de serviços de cloud, em assegurar que as suas aplicações empresariais críticas estão adequadamente protegidas na eventualidade de uma falha.

    Compreender as falhas das clouds

    O estudo The Truth in Cloud, encomendado pela Veritas e orientado por Vanson Bourne, abrangeu 1200 empresas mundiais e decisores de TI. A análise revelou que quase todos (99 por cento) os decisores de TI referiram que as suas empresas irão migrar nos próximos 12 a 24 meses, os seus sistemas para a cloud, e mais de um quarto (27 por cento) preveem, também, fazer o outsourcing de toda a infraestrutura local para a cloud pública.

    Enquanto a migração para a cloud continua a intensificar-se, é imperativo que as organizações compreendam o impacto que pode ter uma falha para os seus negócios. Mais de um em cada três inquiridos (36 por cento) conta com menos de 15 minutos mensais de tempo de inoperacionalidade, mas a realidade é que cerca de um terço (31 por cento) já passou por mais do dobro (31 minutos ou mais) do tempo de inoperacionalidade.



    Na eventualidade de uma falha, quem é o responsável?


    Mais de metade (59 por cento) dos inquiridos acredita que lidar com as interrupções dos serviços de cloud é da responsabilidade principal do fornecedor de serviços de cloud. Oitenta e três por cento dos inquiridos pensam, também, que o fornecedor de serviços de cloud da empresa onde trabalham é responsável por assegurar que as cargas de trabalho e os dados na cloud estão protegidos contra falhas.

    Embora os fornecedores de serviços de cloud disponham de acordos de nível de serviço (service level agreements) específicos, estes são, normalmente, para a infraestrutura e cabe-lhes a eles a responsabilidade de restaurar essa mesma infraestrutura, na eventualidade, de uma falha da cloud.

    Contudo, existem outras considerações que os clientes devem ter em mente e que vão além de uma falha ao nível da infraestrutura, como seja, colocar as aplicações novamente online, após a infraestrutura ter sido reposta online. Dependendo da complexidade das interdependências das aplicações durante a reinicialização e da quantidade de dados perdidos durante a falha, o tempo real de recuperação das aplicações poderá ser muito superior ao tempo de recuperação da infraestrutura. Em alternativa, uma empresa pode decidir ser mais proactiva e fazer o failover das aplicações para o data center local ou para outra cloud. Mas isto é da principal responsabilidade da empresa, não do fornecedor de serviços de cloud.

    “Claramente as empresas não compreendem a anatomia de uma falha na cloud e que a recuperação é da responsabilidade conjunta do fornecedor de serviços de cloud e da própria organização”, disse Mike Palmer, vice-presidente executivo e CPO da Veritas. “A recuperação imediata de uma falha na cloud está absolutamente dentro do controlo e responsabilidade de uma empresa, se esta assumir uma atitude proactiva quanto ao tempo de operacionalidade das aplicações que tem na cloud. Ao proceder desta forma, pode significar menos tempo de inoperacionalidade, menor impacto financeiro, menor perda da confiança dos clientes e menores danos para a reputação da marca”.

    Maximizar as vantagens da cloud enquanto minimiza os riscos

    Não saber até que ponto uma falha da cloud pode ter impacto na atividade, é um risco que muito poucas empresas podem correr. Mas os riscos podem ser bastante atenuados, mediante a implementação de estratégias certas de resiliência para depois ser possível acolher os benefícios da entrada no mundo do multi-cloud.

    “A Veritas apoia, inteiramente, a estratégia multi-cloud e tem parcerias com muitos dos principais fornecedores de serviços de cloud para ajudar as organizações a migrarem de forma fácil as aplicações e dados, para a cloud, da cloud e entre clouds, ao mesmo tempo que lhes oferece o máximo de tempo de operacionalidade", disse Palmer. “Trabalhamos com os fornecedores de serviços de cloud e com as organizações para ajudar a garantir que estão protegidos na eventualidade de uma falha da cloud, para que o seu negócio continue a prosperar”.

    “Tendo em conta que as organizações estão, cada vez mais, a considerar a cloud como uma prioridade, é fundamental que façam uma avaliação completa e considerem todos os aspetos da gestão de dados, no complexo mundo multi-cloud, desde a proteção de dados, a conformidade com as normas e a portabilidade das cargas de trabalho, continuidade do negócio e otimização do armazenamento”, referiu João Marques, Consultor de Soluções da CESCE SI.

    Para saber mais sobre a forma como as soluções de resiliência e proteção de dados da Veritas podem ajudar a proteger o seu negócio, clique aqui. Saiba como a sua empresa pode melhorar o seu desempenho com uma estratégia de recuperação de desastre (disaster recovery), proativa e previsível, de e em multi-cloud, através da visualização do webcast, a infografia e a dicas da Veritas, ou entre em contacto com a CESCES SI.

    Vanson Bourne é um especialista independente em estudos de mercado para o setor das tecnologias. Para mais informações, visite www.vansonbourne.com.

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    Informação Corporativa CESCE SI

    A CESCE SI é uma companhia especialista no desenvolvimento de soluções tecnológicas para infra-estruturas de armazenamento e de segurança, serviços de gestão e consultoria. Com mais de 25 anos de existência, a CESCE SI tem mais de 200 clientes em Portugal e em diversos países de Língua Portuguesa, nos mais relevantes segmentos de mercado, como financeiro, segurador, telecomunicações, distribuição, indústria e administração pública.

    A CESCE SI está integrada no Grupo SIA, conta em Portugal com uma equipa de 55 pessoas, e está localizada em Lisboa e no Porto.

    Para mais informações, visite o nosso site em: www.cesce.pt

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