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Nos últimos 6 meses, mais de 208 000 telemóveis, 31 469 pocket PCs e 11 303 portáteis foram esquecidos em táxis nas maiores cidades do mundo. Destes dispositivos, que percentagem pertenceria a Organizações? Qual a percentagem de informação corporativa perdida?

Quando questionados sobre o tema segurança, as respostas de vários “players” do mercado revelam opiniões divergentes. Há quem não responda directamente à questão, há quem defenda que a mobilidade afecta claramente a segurança dos dados e há, também, quem acredite que a falta de segurança é um “mito”.

O aumento da produtividade através da continuidade da comunicação, a diminuição dos custos operacionais ou a capacidade de gerir empresas em tempo real, com possibilidade de responder em qualquer momento às solicitações dos clientes, são algumas das vantagens que a Era da mobilidade da informação trouxe às organizações.

No entanto, para lá dos óbvios benefícios para todos quantos têm necessidade de utilizar informação diariamente, sem limites físicos e de espaço, não podemos esquecer os potenciais riscos que lhe estão associados.

Interessa, assim, lançar a questão: até que ponto as empresas estão conscientes da vulnerabilidade a que ficam sujeitas quando tornam os seus recursos móveis?

Na realidade, a eficiência que a mobilidade da informação proporciona representa, no reverso da moeda, uma nova preocupação para os gestores das empresas. Sem os devidos cuidados, informações estratégicas para o negócio podem cair em mãos erradas e a própria rede corporativa torna-se vulnerável a ataques de vírus, spam ou phishing, por exemplo.

Por outro lado, bloquear o acesso aos dados para os funcionários que trabalham à distância, ou mesmo para os parceiros de negócio, é uma medida que pode acarretar prejuízos para a produtividade.

De facto, actualmente, a questão da segurança da informação faz parte dos desafios enfrentados pelos executivos de TI e segurança da informação, e da lista de preocupações de todos os CEO’s, de pequenas, grandes ou médias empresas.
É para ajudá-los a enfrentar este problema que diversos players no mercado oferecem serviços na Área de Risco e Segurança da Informação, à medida das necessidades de cada negócio.

É fundamental escolher o parceiro correcto, que em conjunto com a sua empresa, possa identificar, também, alguns aspectos considerados fundamentais para a eficácia deste processo: qualidade de uma metodologia apurada, certificação das capacidades dos recursos humanos e o conhecimento adquirido após numerosos projectos. Só desta forma poderemos garantir o sucesso da gestão da segurança da informação.

Em suma, a segurança não deve ser vista apenas como um projecto, mas sim, como um processo contínuo em melhoria constante, alinhado com a tecnologia e com o negócio.

 

Albano Formiga
Business Sales Consultant
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